Otimização do parafuso expansor para se obter diferentes quantidades de expansão nas regiões anterior e posterior.

Por Administrador

Edição V19N01 | Ano 2020 | Editorial Cantinho do Clínico | Páginas 52 até 55

Luciana Duarte CALDAS, Renata de Faria SANTOS, Gladys Cristina DOMINGUEZ e Eduardo Franzotti SANT’ANNA

INTRODUÇÃO: A deficiência transversa da maxila e mordida cruzada posterior são más oclusões de alta prevalência na dentadura decídua e dentição mista e, se não tratadas em idade precoce, podem ocasionar prejuízos ao crescimento e desenvolvimento craniofacial da criança. MÉTODOS: Diversos são os fatores etiológicos dessas más oclusões, sendo os hábitos de sucção não nutritiva os mais frequentemente relacionados. É comum indivíduos portadores desses hábitos desenvolverem atresia maxilar com formato em “V” invertido, visto que a ação muscular provocada pelo hábito exerce maior pressão na região de caninos, e como consequência, maior constrição nessa área, comparada à de molares. RESULTADOS: A correção desse padrão de atresia normalmente requer expansões em diferentes quantidades, situação que tradicionalmente costuma ser corrigida em momentos distintos, por meio da instalação de dois tipos de parafusos expansores. CONCLUSÃO: a otimização no parafuso expansor em leque, descrita no presente artigo, permitiu obter quantidades diferenciadas de ativações nas regiões anterior e posterior, logo, não necessitando da instalação de dois tipos de expansores separadamente.

Técnica de expansão palatina, Má oclusão, Dentição mista,

Caldas LD, SantosRF, Dominguez GC, Sant’Anna EF. Otimização do parafuso expansor para se obter diferentes quantidades de expansão nas regiões anterior e posterior. Rev Clín Ortod Dental Press. 2020 Fev-Mar;19(1):52-5.