O papel das extrações assimétricas na correção da Classe II subdivisão

Por Administrador

Edição V16N05 | Ano 2017 | Editorial Caso Clínico | Páginas 34 até 42

Hediberton Alves de Aguiar, Mayara Pires Vágula, Leonardo Graboski de Castro, Juliana Volpato Curi Paccini, Fabricio Pinelli Valarelli

Introdução: a Classe II subdivisão ainda se constitui em uma má oclusão de difícil tratamento, haja vista as inúmeras possibilidades terapêuticas apresentadas. Considerando-se que essa má oclusão geralmente apresenta um comprometimento dentoalveolar, dependendo da idade do paciente, grau de severidade anteroposterior, apinhamento e convexidade do perfil facial, o melhor resultado está associado ao protocolo de extrações dentárias assimétricas. Objetivo: este trabalho teve como objetivo mostrar o tratamento com extrações assimétricas de uma paciente do sexo feminino, que apresentava má oclusão de Classe II subdivisão e presença de um dente supranumerário na arcada superior. Resultado: o resultado do tratamento foi satisfatório, com correção do desvio das linhas médias dentárias e da discrepância anteroposterior. Conclusão: o tratamento com extrações assimétricas da Classe II subdivisão proporciona eficiência na correção da discrepância, assim como estética do sorriso e harmonia da face ao fim do tratamento.

Aguiar HA, Vágula MP, Castro LG, Paccini JVC, Valarelli FP. O papel das extrações assimétricas na correção da Classe II subdivisão. Rev Clín Ortod Dental Press. 2017 Out-Nov;16(5):34-42. DOI: https://doi.org/10.14436/1676-6849.16.5.034-042.art