Biomecânica dos mini-implantes inseridos na região de crista infrazigomática para correção da má oclusão de Classe II subdivisão

Por Administrador

Edição V15N06 | Ano 2016 | Editorial Artigo Original | Páginas 90 até 105

Marcio Rodrigues de Almeida, Renato Rodrigues de Almeida, Ravindra Nanda

Introdução: as más oclusões assimétricas sempre representaram um desafio para o ortodontista, podendo se originar de fatores dentários, esqueléticos ou dentoesqueléticos. Torna-se imperativo diferenciar o tipo de assimetria (dentária ou esquelética) antes de se estabelecer um sistema de forças previsíveis para sua correção. O uso de mini-implantes (MIs) para suprir as necessidades referentes à ancoragem na prática ortodôntica moderna tem se tornado uma ferramenta importante para o ortodontista. Os MIs vêm sendo utilizados com muita frequência para reforço da ancoragem, inseridos na região dentoalveolar, especialmente entre as raízes dentárias. No entanto, a inserção em locais extrarradiculares permite maior versatilidade aos movimentos ortodônticos, uma vez que as raízes não interferem com o deslocamento dentário. Objetivo: desse modo, objetivou-se com o presente trabalho apresentar o caso clínico de uma paciente portadora de uma má oclusão assimétrica (Classe II, divisão 1, subdivisão) onde o mini-implante foi inserido na região de crista infrazigomática (CIZ) para a correção da assimetria maxilar por meio da distalização unilateral. Conclusão: a biomecânica da distalização unilateral maxilar com o uso de ancoragem esquelética extra-alveolar vem permitindo que se alcancem resultados previsíveis, com mínima colaboração do paciente e poucos efeitos colaterais, sendo uma alternativa ao uso das miniplacas.

Almeida MR, Almeida RR, Nanda R. Biomecânica dos mini-implantes inseridos na região de crista infrazigomática para correção da má oclusão de Classe II subdivisão. Rev Clín Ortod Dental Press. 2016 Dez-2017 Jan;15(6):90-105. DOI: http://dx.doi.org/10.14436/1676-6849.15.6.090-105.art