Tubos grandes ou pequenos nos molares? Parte II: explicando o atrito

Por Administrador

Edição V15N02 | Ano 2016 | Editorial Biomecânica | Páginas 28 até 31

Renato Parsekian Martins

Na primeira parte desse artigo, onde discutimos a escolha do comprimento dos tubos dos molares, mencionamos que um tubo pequeno (curto) pode gerar uma maior resistência ao deslizamento do que um tubo grande (longo). Mediante certas dúvidas de alguns leitores, resolvemos aprofundar o assunto e explicar melhor o porquê dessa afirmação. Como em outras situações, as leis da física podem nos ajudar a compreender o atrito. Existe um sentimento intuitivo, que brota dentro da mente de todos nós, em relação ao atrito: de que existe uma relação proporcional entre a área de contato entre duas superfícies e o atrito. Apesar desse sentimento parecer ser verdadeiro, isso não é verdade.

Martins RP. Tubos grandes ou pequenos nos molares? Parte II: explicando o atrito. Rev Clín Ortod Dental Press. 2016 Abr-Maio;15(2):28-31. DOI: http://dx.doi.org/10.14436/1676-6849.15.2.028-031.bio