Etiologia das más oclusões: perspectiva clínica (parte III) – fissuras labiopalatinas

Por Administrador

Edição V09N04 | Ano 2010 | Editorial Domínio Conexo | Páginas 30 até 36

Daniela G, Garib, Omar Gabriel da Silva Filho, Guilherme Janson, João Henrique Nogueira Pinto

A fissura labiopalatina, como o nome sugere, aloja-se na face média, rompendo lábio, palato ou as duas estruturas. Portanto, está na área de alcance do dentista e causa problemas estruturais no osso alveolar e na maxila como um todo, na dependência da extensão da fissura. A relação óbvia e urgente com a má oclusão é compreendida de três maneiras: 1) pela ruptura anatômica que compromete a integridade do rebordo alveolar, 2) pelos problemas dentários, agenesias e más posições envolvendo os dentes adjacentes à fissura, e 3) pela deficiência maxilar, sagital e transversal induzida pelas cirurgias plásticas reconstrutivas. O presente artigo se dedica a um repasse panorâmico sobre a etiologia dessa anomalia que acomete 1 em cada 650 brasileiros.