O componente vertical na face

Por Administrador

Edição V08N05 | Ano 2009 | Editorial Artigo Inédito | Páginas 49 até 66

Omar Gabriel da Silva Filho, José Roberto Alves Moreira, Osmar Aparecido Cuoghi, Francisco Antônio Bertoz

O presente artigo endossa o diagnóstico clínico do excesso vertical na face. A percepção do componente vertical na morfologia facial se faz pela análise clínica da face, independentemente do comportamento sagital, se Padrão I, II ou III. O diagnóstico do componente vertical no Padrão I leva em consideração três aspectos, a saber: (1) o selamento labial; (2) o comportamento do lábio superior em relação aos incisivos superiores, em repouso e no sorriso, e (3) a tonicidade do músculo mentoniano. No Padrão II, o diagnóstico considera o comportamento do lábio e a tonicidade do músculo mentoniano com a posição sagital da mandíbula corrigida. No Padrão III, o comprimento da sínfise é o elemento importante.