Considerações clínicas sobre a expansão maxilar ortopédica, ortopédica assistida cirurgicamente e cirúrgica

Por Administrador

Edição V07N06 | Ano 2008 | Editorial Artigo de Revisão | Páginas 47 até 52

Mario Cappellette Jr, Fauze Ramez Badreddine, Ney Macedo França, Luis Roberto Lima Rodrigues

A expansão maxilar ortopédica constitui um procedimento rotineiro na clínica ortodôntica. Como a expansão ortopédica constitui um procedimento consagrado e seguro (quando bem indicado), podemos ter esse procedimento cirúrgico nas mesmas condições. Com o avanço das técnicas cirúrgicas, a expansão assistida cirurgicamente e a expansão cirúrgica têm se tornando cada vez mais comuns no meio ortodôntico. A diferença entre as abordagens cirúrgicas é que, na expansão cirúrgica, o alargamento da maxila é realizado com a segmentação dessa, sem utilização do aparelho expansor. As técnicas cirúrgicas podem variar quanto ao tipo de anestesia a ser empregado e quanto ao tipo de osteotomia utilizado pelo cirurgião bucomaxilofacial. A expansão cirúrgica apresenta como vantagem, nos casos de cirurgia combinada, a eliminação de um ato cirúrgico e pode ter como inconveniente a utilização de miniplacas de titânio que permanecerão após a consolidação óssea. Uma solução para este inconveniente, pode ser a utilização de miniplacas reabsorvíveis, que tendem a ser reabsorvidas no período médio de 1 a 2 anos.