A extração de segundos molares, apesar de não ser um procedimento de rotina na Ortodontia, pode ser empregada com sucesso como uma alternativa no tratamento da má oclusão de Classe II. Qual a estabilidade em longo prazo dos casos tratados com a extração d

Por Administrador

Edição V07N05 | Ano 2008 | Editorial Pergunte a um Expert | Páginas 19 até 33

Reginaldo Cézar Zanelato

As extrações de segundos molares não constituem um procedimento de rotina na prática ortodôntica e, por essa razão, causam insegurança e incerteza em relação ao resultado final do tratamento. Dessa forma, faz-se necessária uma seleção cuidadosa dos casos clínicos e, quando todos os requisitos de diagnóstico são devidamente observados, tornam-se uma válida opção para o tratamento dentoalveolar da má oclusão de Classe II. Há mais de dez anos, comecei a extrair segundos molares para a correção das más oclusões sagitais. Com isso, vejo que já é tempo de rever alguns conceitos e de verificar a estabilidade em longo prazo dos tratamentos realizados com extrações dos segundos molares. Assim, o objetivo desse artigo é atualizar a revisão da literatura sobre o tema e demonstrar, por meio de casos clínicos, outra alternativa de tratamento dentoalveolar da má oclusão de Classe II, extraindo-se os segundos molares superiores.