Um caso real. Montar uma clínica sem uma boa estratégia não é um bom negócio

Por Administrador

Edição V07N04 | Ano 2008 | Editorial Arquitetura do Ambiente Clínico | Páginas 36 até 37

Suelena Morais

Nas consultorias de nossos cursos atendo os alunos e analisamos juntos os problemas que eles têm relacionados ao ponto e à decoração de suas clínicas. Em várias dessas consultorias ouço estórias parecidas nas quais as situações se repetem, variando apenas o nome do profissional e a cidade onde ele trabalha. Hoje, então, vou contar uma dessas estórias de um profissional de saúde. Nesta estória ele não terá um nome específico, de tantos que poderia ter, pois foram muitas as vezes que vi essa estória se repetir em locais diferentes…Pois bem, o protagonista de nosso caso, um dentista, resolveu montar uma clínica em sua cidade. Ele pretendia atender um público de classe média alta. Andou pela cidade toda procurando o melhor local, pediu a ajuda dos amigos, dos familiares e de várias imobiliárias. Depois de muito procurar (e isso é cansativo mesmo!) encontrou uma casa em uma rua de altíssimo movimento, por onde passam quase todos da cidade. É praticamente impossível andar de carro naquele bairro sem passar por aquela rua, que serve de via de escoamento de todo o tráfego. Não há nenhuma dúvida e foi comprovado pelo pessoal da imobiliária: ele chegou então à conclusão de que “o ponto é perfeito!!”