Prontuário clínico: meio de identificação “post mortem”

Por Administrador

Edição V07N04 | Ano 2008 | Editorial Ortodontia Forense | Páginas 34 até 35

Beatriz Helena Sottile França

Por mais que se escreva sobre a importância do prontuário clínico do paciente nunca se esgota o tema. E as queixas são sempre as mesmas: a negligência do cirurgião-dentista em elaborar o prontuário e nele fazer os registros necessários e atualizados, o que se trata de dever seu. Queixam-se as seguradoras quando precisam defender o profissional num processo judicial em que seu cliente está envolvido. Queixam-se os convênios, planos e credenciamentos quando precisam se defender pelo mesmo motivo. E surpreendem-se os cirurgiões-dentistas quando tomam consciência da falta que um prontuário bem elaborado lhe faz no momento em que se encontra envolvido em algum litígio. Uma situação que se acredita bastante delicada e que requer grande reflexão por aqueles que ainda teimam em não cumprir o seu dever profissional é a que trata do prontuário clínico como meio de identificação “post mortem” de seu paciente.