Remoção do compósito remanescente: alta ou baixa rotação?

Por Administrador

Edição V06N06 | Ano 2007 | Editorial Artigo | Páginas 64 até 67

Luís Felipe Meirelles Frossard, Mariana de Aguiar Bulhões Galvão, Orlando Chevitarese, Marco Antonio de Oliveira Almeida

Objetivou-se com esse trabalho avaliar se há diferença na quantidade de perda de esmalte durante a remoção do compósito remanescente após a descolagem do braquete, utilizando a broca de carboneto de tungstênio nº 1171 em baixa e em alta rotação. Foram empregados 40 incisivos bovinos com braquetes metálicos colados com compósito em suas respectivas superfícies vestibulares. Os dentes foram divididos em 2 grupos de 20 dentes cada, de acordo com a rotação da broca utilizada para a remoção do compósito remanescente. A superfície de esmalte foi quantificada antes da colagem e após a descolagem e polimento final. Houve uma perda média de esmalte de 29,4 micrômetros no grupo que utilizou a broca em baixa rotação e de 37 micrômetros no grupo que utilizou a broca em alta rotação, sendo a diferença estatisticamente significante em nível de 1%. Concluiu-se que o uso da broca de carboneto de tungstênio nº 1171 em baixa rotação, na remoção do compósito remanescente, foi o método que acarretou menos danos à superfície de esmalte após a remoção do compósito.