Soldagem em Ortodontia – parte 1: soldagem à prata e a ouro – uma abordagem clínico-metalúrgica

Por Administrador

Edição V06N04 | Ano 2007 | Editorial Artigo | Páginas 42 até 49

Daniel J, Fernandes, Alvaro F, C, Fernandes, Antonio C, P, Silva, Marco A, Gravina, Alvaro M, Mendes, Cátia C, A, Quintão

Objetivou-se neste trabalho realizar uma revisão de literatura sobre o processo de soldagem em Ortodontia, pelo fato do mesmo só ser conhecido sob um enfoque empírico. A técnica de soldagem é universalmente aceita e de resultados clinicamente eficazes. Descreveu-se não somente a técnica em si, mas também o comportamento de todos os componentes que a integram durante o procedimento de soldagem, incluindo alterações atômicas, mecânicas e físicas. Abordou-se o processo de soldagem a ouro por ter sido o precursor em Ortodontia de todas as outras técnicas envolvendo solda, além de demandar grande habilidade manual, por ser um procedimento de extrema complexidade de execução. Comparou-se também tais procedimentos com a soldagem autógena, avaliando-se vantagens e desvantagens clínicas de seu emprego. Não foram observadas alterações significativas nas características físico-estruturais dos elementos a serem soldados heteroginamente, não havendo assim, nenhuma desvantagem relevante em relação à soldagem autógena.