Correção da Classe II esquelética com controle dentário em massa

Por Administrador

Edição V05N06 | Ano 2006 | Editorial Artigo | Páginas 72 até 82

Luciana Abi-Ramia, Bianca Mota dos Santos, Adriana Sasso Stuani, Andréa Sasso Stuani, Maria Bernadete Sasso Stuani

A má oclusão de Classe II esquelética é bastante comum na população brasileira, e pode ser causada por protrusão maxilar, retrusão mandibular ou uma combinação de ambas. Quando é conseqüência de protrusão maxilar o tratamento ideal é restringir o deslocamento do arco superior que ocorre durante o crescimento e permitir que todo o potencial de crescimento mandibular se expresse, obtendo assim um equilíbrio entre as bases ósseas. A proposta do presente trabalho foi apresentar um caso clínico de um paciente que se encontrava na fase de dentadura mista, com Classe II esquelética severa, tratado com o aparelho de Thurow para restringir o crescimento anterior da maxila. Esse splint maxilar segurou o crescimento anterior da maxila e controlou o crescimento vertical da face, não permitindo a rotação horária da mandíbula, o que normalmente agrava mais esta má oclusão esquelética.