Alterações cefalométricas dentárias, sagitais, em pacientes portadores de má oclusão de Classe II, após tratamento com a mecânica de arco contínuo simplificada

Por Administrador

Edição V05N04 | Ano 2006 | Editorial Artigo | Páginas 48 até 60

Irene Moreira Serafim, Messias Rodrigues, Gerval de Almeida

O objetivo deste trabalho foi quantificar, por meio de telerradiografias em norma lateral, as alterações cefalométricas sagitais, em pacientes portadores de má oclusão de Classe II de Angle, tratados com a mecânica do Arco Contínuo Simplificada, proposta e reportada por Rodrigues no ano 2002. Foram avaliadas 25 telerradiografias em norma lateral de pacientes de um consultório particular, em Piracicaba, SP. Estes pacientes apresentavam idades iniciais entre 7 e 13 anos. Os efeitos do tratamento foram identificados utilizando-se 18 variáveis cefalométricas convencionais, lineares e angulares, derivadas de diversas análises. As variáveis cefalométricas encontradas nesta amostra foram comparadas com trabalhos de outros autores, os quais utilizaram outras mecânicas, como aparelho extrabucal, aparelhos ortopédicos funcionais (Bionator de Balters, aparelho ativador de Fränkel II e ativador de Bass), aparelho de Herbst e terapia de Cetlin. As alterações não comprometeram os bons resultados obtidos na correção da Classe II de Angle pela mecânica de Arco Contínuo Simplificada em pacientes “bons crescedores” e os resultados foram semelhantes aos das demais terapias citadas.