Protocolo básico de biossegurança na clínica ortodôntica

Por Administrador

Edição V05N02 | Ano 2006 | Editorial Artigo | Páginas 78 até 86

Maria Perpétua Mota Freitas, Luciane Macedo Menezes, Susana Maria Deon Rizzatto, Janara Ardenghi Feldens

Apesar de ser remota a comprovação do risco de contaminação nos consultórios odontológicos, muitos profissionais ainda se mostram resistentes à adoção de métodos eficazes de controle de infecção, em especial os ortodontistas, em função seja das dificuldades em implementar tais medidas ou, talvez, pela crença de que tal especialidade apresenta um menor risco. A possibilidade de contrair doenças durante o atendimento odontológico tem estimulado a criação de uma série de regulamentações e exigências por parte dos órgãos governamentais, sendo a razão primária para a adoção de um programa eficaz de biossegurança, garantindo a proteção do ortodontista, auxiliares, pacientes e familiares. O objetivo desse artigo é descrever as técnicas hoje disponíveis para prevenção de infecção cruzada na prática ortodôntica, sugerindo um protocolo para implementação da biossegurança.