Clareação dentária externa: importância e tipos de proteção da junção amelocementária

Por Administrador

Edição V04N05 | Ano 2005 | Editorial Artigo | Páginas 88 até 98

Leda Aparecida Francischone, Alberto Consolaro

A clareação dentária apresentou uma evolução bastante acentuada na última década e cada vez mais os pacientes procuram os consultórios odontológicos em busca de soluções estéticas. Para o processo de decisão quanto à realização da clareação dentária, o profissional deve ser capaz de indicar o tipo mais adequado, sempre com a finalidade de obter o melhor resultado estético após o tratamento, com o menor dano possível ao paciente. Apesar de algumas limitações, a clareação dentária externa realizada pelo profissional é uma alternativa plenamente viável de tratamento estético, desde que respeitados requisitos importantes, como proteger dentes e tecidos moles bucais, para que o risco seja o menor possível para as estruturas dentárias e mucosa bucal. Queremos despertar os profissionais que praticam o procedimento de clareação dentária da necessidade de adoção de medidas que evitem ou minimizem as possibilidades de ocorrerem riscos, exemplificando os tipos de proteção e mostrando porque devemos utilizá-la para a proteção dos tecidos moles bucal, esmalte e junção amelocementária.