Distalização de molares superiores com magnetos de samário-cobalto para o tratamento da má oclusão de Classe II: relato de caso

Por Administrador

Edição V02N02 | Ano 2003 | Editorial Artigo | Páginas 51 até 57

Lídia Parsekian Martins, Renato Parsekian Martins, Carolina Chan Cirelli

O tratamento da má oclusão de Classe II sempre trouxe alguns incovenientes ao ortodontista. Quando de etiologia dentária, primeiramente, o ortodontista abria mão do uso da tração extrabucal, associada ou não a um aparelho removível para a ditalização dos molares superiores. O que dependia da colaboração do paciente, que muitas vezes deixava de usar o aparelho devido a uma preocupação com a estética ou mesmo pela falta de interesse. Com o advento das molas superelásticas de niquel-titânio, o pêndulo de Hilgers e os magnetos de terras raras, o ortodontista passou a não depender tanto da colaboração do paciente podendo assim efetuar o movimento dos molares para distal mais rapidamente e sem prejudicar a estética do paciente. O propósito deste artigo é enumerar os prós e contras do uso de magnetos para o tratamento da má oclusão de classe II dentária, ilustrando com um caso clínico.